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Dono e mordomo

 

A mordomia me deixa suave na nave, primeiro, pela lembrança de que só existe um dono e eu sou mordomo, segundo, pela certeza de que além de dono, Ele é Criador e sendo eu criatura, de maneira nenhuma eu tenho capacidade de destruir sua criação, repito, não tenho capacidade de destruir o que Deus criou, é importante salientar que não posso ser negligente tendo o privilégio da oportunidade em ser um mordomo do que Deus colocou em minhas mãos, então, minha responsabilidade é zelar, cuidar, proteger, administrar, usufruir e me alegrar em ser uma privilegiada.

Nos mandatos criacionais (cultural, social e espiritual) que Deus nos estabeleceu sua ordenança foi de dominar, viver em sociedade e relacionar-se com o Criador. A dominação não é de subjugo, e a vida em sociedade é a tarefa de servir por meio da vocação que Deus nos chama, enquanto o último, é a afirmação de que não há neutralidade na adoração, o homem sempre irá em direção a algum "deus".

Sobre a boa e doce mordomia que nos foi confiada, o chamado é para servir com zelo e diligência, e isso implica em responsabilidade, não podemos ser negligentes e irresponsáveis.

 

 O homem é incompetente para destruir o mundo do qual Deus é o único dono e ele não passa de um mordomo.


Flavyandressa Lobato Sá

Somos mordomos do único dono. 

DEle por Ele e para Ele são todas as coisas. 


 

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